shutterstock_1022591125.jpg

As 4 lições sobre hábitos de compra de 2018 que você deve levar para 2019

No início  de cada novo ano, os gestores de ecommerce fazem uma avaliação detalhada dos resultados de cada uma das campanhas do ano que passou a fim de determinar os novos aprendizados que tiveram tanto com os acertos, quanto com os erros. A ocasião também serve para contextualizar o desempenho da loja virtual com o do segmento em que atua e até com o da economia em geral.

Outro quesito a ser analisado é o hábito de consumo dos clientes do ecommerce.

Afinal, é desse estudo que saem ótimos insights que deverão nortear seus esforços em boas ações de marketing.

Por isso, separamos alguns insights e lições sobre os hábitos de compra de 2018 que você precisa incorporar na gestão do seu ecommerce em 2019 a partir do 38º Webshoppers, apresentado pela Ebit.

1-) Aumento no mercado de compras digitais em 2018

Sim, no primeiro semestre de 2018, o comércio eletrônico brasileiro teve um crescimento excelente, segundo o Webshoppers.

Uma alta de 12.1 % no faturamento das vendas digitais com um total de R$ 23.6 bilhões, um aumento de 8% no número de pedidos, totalizando 54,4 milhões apenas nos primeiros seis meses deste ano. Além disso, houve aumento de 3,8% no tíquete médio dos consumidores de lojas virtuais, atingindo R$ 433,00.

A expectativa é que o comércio digital feche o ano com alta de 12% no faturamento, atingindo um valor próximo aos R$ 54 bilhões.

2-) Imprevistos podem acontecer

Por mais bem informados que uma pessoa consiga ser, nem sempre é possível prever o que vai acontecer. No primeiro semestre de 2018, por exemplo, o país enfrentou a greve dos caminhoneiros, às vésperas da Copa do Mundo na Rússia.

Isso atrapalhou uma série de lojas virtuais por conta da impossibilidade de fazer entregas, devido à grande dependência de caminhões para realizar essa parte da logística. Portanto, é preciso se prevenir com regras básicas no contrato de venda de qualquer produto, em especial daqueles com maior valor agregado.

3-) Mobile Commerce continua crescendo

Como já era de se esperar o consumo digital a partir de dispositivos móveis avançou em 2018. O faturamento no m-commerce aumentou cerca de 30% na comparação com 2017, atingindo R$ 6.7 bilhões. Isso tem relação direta com o aumento do uso de smartphones no país.

O que ainda precisa mudar é a concentração do tipo de produto consumido por usuários de smartphones. Por enquanto, a maior parte dos produtos comprados por eles estão nas categorias de Cosméticos e Perfumaria e Moda e Acessórios, com um tíquete médio relativamente menor.

Isso não é ruim, mas mostra a necessidade de ecommerces de outras categorias trabalharem mais com soluções de mobilidade, como pagamentos online, responsividade, entre outros pontos.

4-) Logística é um fator importantíssimo

A logística é um ponto que pode afetar bastante os resultados de um ecommerce. E por resultados não nos referimos apenas aos números de vendas, mas também à satisfação dos clientes quanto à entrega dos produtos.

Esse é um ponto delicado no Brasil visto que os consumidores têm vivido problemas com entregas e reclamado bastante tanto nas redes sociais quanto entre os amigos. Seja qual for a razão, como por exemplo, altos preços de frete, extravio de produtos, prazo de entrega muito grande, falta de informações sobre a localização do produto, a insatisfação existe e precisa ser trabalhada, afinal a logística é um fator crucial para a decisão de compra em uma loja virtual.

Vale lembrar que esses quatro pontos são apenas algumas das lições aprendidas pelo comércio eletrônico brasileiro com as vendas de 2018. Os números apresentados no 38º relatório Webshoppers da E-Bit/Nielsen mostram uma série de outras informações bastante relevantes e que podem te ajudar muito na hora de tomar as decisões no planejamento de gestão do ecommerce para 2019.

É importante analisar com cuidado os dados para fazer as melhores previsões de cenários futuros possíveis. Só assim você vai conseguir antecipar tendências, aumentar as vendas e se diferenciar da concorrência.

PayU - Fale com um especialista